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Resumão: O que mudou nas redes sociais?

Resumão: O que mudou nas redes sociais?

No mundo da internet, e das redes sociais, as coisas mudam tão rápido que às vezes é até difícil acompanhar. Mas não se preocupe! Estamos de olho em tudo e vamos te ajudar. Separamos as principais novidades, dos últimos meses, nas redes mais populares pra te atualizar. Vamos lá?

Instagram

A grande novidade do Instagram esse ano (até agora) foi a retirada dos likes. De início causou muita controvérsia e dúvidas, principalmente sobre as relações comerciais e profissionais. Mas, ao contrário do que muitos pensavam, o fim dos likes foi rapidamente aceito e alterou o foco para o engajamento mais real e orgânico.

 

Outro aspecto que ano a ano vem ganhando importância para as plataformas são as medidas de consciência social e coletiva. Em setembro o Instagram anunciou que banirá postagens que promovam conteúdo duvidoso relacionado a produtos de perda de peso que estejam ligadas a ofertas, promoções e descontos. Outra medida para tornar a rede mais amigável e inclusiva foi a reformulação das opções de gênero e implementação de um guia de bem-estar voltado para adolescentes LGBTQ+.

 

Para finalizar, não podemos deixar de mencionar o lançamento do IGTV e Instagram Music (parece que já faz muito mais tempo mas acredite, foram lançados esse ano). As duas ferramentas inovaram a forma como as pessoas usam o Instagram e colocaram a plataforma mais uma vez no topo das inovações entre suas concorrentes.

Facebook

Depois do sucesso com o Instagram, o Facebook começa a testar a retirada do número de likes nas publicações (por enquanto apenas a Austrália receberá a novidade). Com a mudança o Facebook deseja encorajar as pessoas interagirem entre si de maneiras construtivas.

 

Mas nem tudo são flores, desde 2018 a empresa tem enfrentado grandes problemas com o vazamento de dados de usuários e com a grande proliferação de Fake News em suas páginas. Para reconquistar a confiança do usuário, Mark Zuckerberg afirmou estar redirecionando o Facebook para um futuro com mais privacidade e deu início a campanhas e programas contra as Fake News.

Por fim, no último mês de setembro foram anunciadas mudanças para ajudar na prevenção do suicídio. Entre as ações propostas, está a contratação de um especialista em saúde mental para trabalhar junto com a equipe de políticas de segurança da plataforma. 

Twitter

Em 2018, depois de implementar uma forte política para remoção de bots da plataforma, o Twitter teve uma queda considerável no número de usuários. Porém, esse ano o quadro é diferente. Foram colocadas em prática novidades como a permissão para ocultação de respostas indesejadas aos tweets, ações de prevenção ao suicídio e medidas contra a intolerância religiosa. Essas e outras alterações, que acompanham o movimento de consciência social das redes, fizeram com que a plataforma ganhasse 5 milhões de novos usuários.

Spotify

A última grande novidade do Spotify foi a implementação dos podcasts, o que beneficiou tanto a plataforma, quanto os produtores de conteúdo. O número de assinaturas premium aumentou 9% no primeiro semestre, enquanto o público de podcasts aumentou em 50%. Além disso, a empresa também comprou outros aplicativos de produção, edição e distribuição de podcasts, gerando incentivo para a criação de novos programas e formatos. Apesar disso, o Spotify continua operando no vermelho.

Google

“Mas o Google é uma rede social?” Até agora não, mas em julho eles anunciaram uma, com o objetivo de estimular encontros na vida real (e não, não é o Tinder). A novidade se chama Shoelace, nela o usuário pode escolher seus interesses e receberá sugestão de outros usuários da mesma região, que compartilham os mesmos gostos e hobbies. A novidade ainda não tem data de lançamento e está sendo testada por usuários convidados, apenas em Nova York.

A gente continua acompanhando…

Diante desse quadro, ficam duas certezas. A primeira, de que as empresas (de qualquer área que sejam), cada vez mais estão percebendo a necessidade de levantar bandeiras e se posicionar sobre as causas sociais as quais estão associadas. A segunda, de que para se manter no mercado, até a mais estável e estruturada das redes, precisa se manter atualizada e atenta às transformações do mundo, seus clientes e usuários