Agência de Google Ads · Rio de Janeiro · Desde 2008
Clique barato é fácil de comprar. Difícil é trazer quem está pronto para falar com o seu time comercial — e saber quanto custou cada um deles.
O problema
É comum receber conta de Google Ads com todos os indicadores em verde. CTR bom, custo por clique baixo, impressões subindo. E o time comercial dizendo que não chega ninguém.
Quase sempre a causa é a mesma: a campanha foi montada para otimizar o que o painel mostra, não o que o negócio precisa. Termo genérico que atrai curioso, verba concentrada em horário sem operação, Performance Max rodando sem exclusão nenhuma, conversão configurada em clique de botão em vez de lead qualificado.
O primeiro trabalho não é aumentar investimento. É descobrir para onde está indo o que já se investe.
Escopo
Pesquisa, Performance Max, Display, YouTube e remarketing organizados por intenção e por etapa do funil — não por tipo de anúncio. Cada campanha com objetivo próprio e verba proporcional ao retorno.
Pesquisa de termos com intenção comercial e varredura contínua de termos de pesquisa. A lista de negativas costuma economizar mais dinheiro do que qualquer otimização de lance.
Volume de variações suficiente para descobrir o que converte antes de escalar verba. Foi assim que derrubamos 96% do CPA no Consórcio Chevrolet — testando até achar o anúncio de R$ 4 em vez do de R$ 107.
Conversões configuradas no evento certo, integração com CRM e acompanhamento até a venda. Sem isso, o algoritmo do Google otimiza para o sinal errado — e ele obedece muito bem ao que você manda.
Diferencial
Custo por clique baixo é o indicador mais fácil de melhorar e o mais fácil de enganar. Basta ampliar a segmentação: entra muita gente, o clique fica barato, e o comercial passa a semana atendendo quem nunca ia comprar.
A régua que usamos é outra. Quanto custa cada lead que o seu time considera atendível — e, quando o CRM permite acompanhar, quanto custa cada venda fechada.
Método
Auditoria da estrutura atual, termos de pesquisa, desperdício, configuração de conversão e concorrência no leilão. Você recebe o relatório mesmo que não siga conosco.
Distribuição de verba por campanha e por etapa, com meta de custo por lead acordada antes de a primeira campanha subir.
Ajuste de lance, negativação, teste de criativo e realocação de verba entre o que rende e o que não rende. Mídia paga não é entrega mensal.
Dashboard em tempo real e reunião de análise. Você acompanha cada real investido e o que ele trouxe — sem esperar fechamento de mês.
As primeiras métricas aparecem em 48 horas. Otimizações relevantes, nas duas primeiras semanas. Estabilidade de custo por lead, a partir do primeiro mês.
Case
Vender para torcedor parece fácil até a hora de fazer a conta. Paixão gera alcance, não necessariamente venda — e o desafio era transformar a maior torcida do país em receita rastreável, não em número de curtida.
O planejamento separou quem já comprava de quem nunca tinha comprado, ajustou mensagem e verba para cada grupo, e mediu tudo por retorno sobre investimento. Cada real investido voltou vinte.
Campanha Manto Sagrado · Flamengo
Dúvidas frequentes
Depende do setor e da competitividade do leilão. Em nicho local, verba modesta já produz volume aprendível. Em mercado disputado, verba baixa demais não gera dado suficiente para o algoritmo otimizar, e o resultado fica instável. O diagnóstico aponta o piso realista para o seu caso.
As primeiras métricas aparecem nas primeiras 48 horas após a ativação. Otimizações relevantes acontecem nas duas primeiras semanas, quando já há volume de dado. Custo por lead estável costuma vir a partir do primeiro mês. Mídia paga é o canal mais rápido que existe — e por isso mesmo o mais fácil de queimar dinheiro.
Trabalhamos com fee mensal, percentual sobre a verba de mídia ou projeto fechado, definidos a partir do diagnóstico. A verba de mídia é sempre paga direto ao Google, na sua conta — nunca passa pela agência.
Sim, sempre. A conta é sua, o histórico é seu, e você mantém acesso total. Se um dia a parceria terminar, nada fica retido — inclusive o aprendizado acumulado pelo algoritmo, que é um ativo real.
Depende. PMax rende bem quando há volume de conversão e feed de produto consistente. Rodando sem exclusões, sem sinal de público e sem dado de conversão limpo, ele tende a canibalizar campanha de marca e inflar resultado que já viria de graça. É ferramenta, não estratégia.
No Google Ads você compra o clique: o resultado é imediato e para quando a verba acaba. No SEO você constrói posição: demora meses e continua rendendo depois. A maioria das empresas precisa dos dois — mídia para capturar demanda agora, busca orgânica para reduzir a dependência de mídia lá na frente.
Comece pelo diagnóstico. Analisamos a estrutura das campanhas, onde está o desperdício e o que dá para recuperar da verba que já está rodando.